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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Document Your Life de Maio!



Por onde começar? Aleluiaaa, ressurgi hahahah. Eu sei que o penúltimo post que fiz foi o ultimo DYL, chega a ser ridículo mas cara, o mês de maio foi loucura total, não parei um segundo, e quando tive um tempinho quis descansar sabe? Estou me matando de estudar e estou infeliz com isso, sim sim, estou extremamente triste por ter que me sujeitar a essa rotina desumana que os vestibulares fazem conosco, e não, não acho legal. Queria muito poder estudar o que eu gosto sem ter que me sacrificar tanto, e sei também que só reclamo, mas é a vida né, pois é, enfim hahaha.        

Sobre o post de hoje, em minha defesa já vou me adiantar que esse vídeo não está bom hahaha, mas acho que a ideia não é a qualidade e sim reunir imagens que compuseram os seus dias durante o mês. Com isso concluo que estou promovendo uma campanha "Doe um real pra Vic comprar sua câmera" HAHAHA.

Brincadeiras a parte, espero que gostem!


domingo, 23 de março de 2014

Here Comes The Sun...























Here comes the sun tutututu... Essa música me faz ter acessos instantâneos a uns anos atrás, simplesmente pelo fato de me fazer lembrar de um filme antigo, chamado Operação Cupido onde existem duas gêmeas, que na realidade é só uma, e que hoje adora laranja, e ah, entendedores entenderão... Digamos que essa música, essa, tem algo de especial, faz algo em mim se manifestar, provavelmente por trazer a tona minha infância. Eu sei que alguns ignorantes de plantão irão dizer "Mas que infância? Ainda cheira a talco..." mas eu não me assusto, sei bem ao que me refiro, e bem, se não infância, um tempo de oito ou nove anos atrás. Tempo bom. E é engraçado como coisas tão simplórias carregam tantas lembranças. Uma musica, uma cor e até um cheiro. Cheiro, é algo que sempre posso assimilar a algo do passado, assim como assimilo o cheiro de lenha e orvalho à chácara antiga de meu avô, que delicia era. Duas crianças escorregando barranco a baixo sob um recorte de papelão, muito se fazia com pouco...
É engraçado ne? Como nossa mente trabalha, tão ligeira e indecifrável é. Não gosto muito de remexer lembranças, mas quando se trata de lembranças boas, quando aquela nostalgia positiva te invade e uma saudade saudável te atinge tão certeira...

Little darling, It's been a long cold lonely winter, little darling, It feels like years since It's been here...




terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Say Hi to 2014!



E passou Natal, e passou Ano Novo e aqui estou novamente! 
Gosto de falar sobre clichês de anos novos, pois com o aniversário do mundo nós sempre ficamos mais inspirados e animados com a vida, é sempre bom renascer e acreditar que tudo está tendo uma outra chance e que novas coisas podem nascer junto.
Sempre levo a sério e cumpro todas as superstições, como pular ondinhas e sair do mar de costas, comer 12 uvas à meia noite e outras mais. A virada de um ano para o outro é sempre muito especial e espero que todos tenham tido boas festas com a família e amigos, um  muito feliz 2014! 

Neste ano eu quero...

Entrar na faculdade
♥ Me dedicar ao balé
♥ Praticar mais esportes
♥ Escrever mais
♥ Conhecer mais o meu país
♥ Conhecer outro país
♥ Viajar de carro até o sul 
♥ Ler todos os livros da minha lista




domingo, 24 de novembro de 2013

Tag: What Is In My Bag


Oi gente!
Acho que todo mundo já viu pelo Tumblr ou em algum outro blog uma Tag chamada What Is In My Bag não é? Ontem de manhã antes de ir pro ensaio, eu decidi fotografar as coisas que estavam dentro da minha bolsa de balé - que na verdade é uma mochila -, e tirei algumas fotos super correndo porque já estava atrasada hehehe, como hoje tive Fuvest e foi uma correria, só consegui ajeitar isso aqui agora. Bem, não tem nada demais, apenas algumas sapatilhas - eu mostrei só duas aí mas na realidade eu tenho mais algumas, assim como meias (rasgadas), saias e collants -. Esse collant é o meu favorito porque tem uma renda na parte de cima mointo lendo, sem me esquecer claro do potinho de grampos. Carrego sempre junto também linha e agulha para se caso acontecer alguma emergência - tipo a sapatilha descosturar porque eu nunca costuro direito hehe -. Alí no cantinho uma coisinha amassada rosa é a ponteira, esta que é de pano, é aquela coisa que colocamos dentro da sapatilha para "proteger" os dedos da ponta.  


sábado, 23 de novembro de 2013

É a vida que segue


Não era para ser um discurso de despedida, afinal, odiamos despedidas, muito menos algo clichê, mas de jeito ou de outro, isso sempre acaba acontecendo.
Começou quando tinhamos dois ou três anos, e estávamos no maternal. Ninguém tem lembranças muito claras desse período. Depois disso veio o jardim. Quando falo sobre isso, sempre me vem na cabeça uma sala toda pintada de azul, inclusive as portas, que eram daquelas que se fechavam em duas partes, a de cima e a de baixo. Me lembro também de um carpete de EVA colorido, daqueles que se encaixam uns nos outros, provavelmente para nenhuma criança se acidentar. Era quando nós ainda fazíamos aniversários na sala de aula, e até tínhamos uma orta, era tão legal! Na Páscoa procurávamos por ovos escondidos por toda a escola, que não era assim tão grande. No Natal, tínhamos a honra da visita daquele bom velhinho, barbudinho, vestido de vermelho sabe? Ele nos dava bonecas e carrinhos tão legais, mas mal sabíamos que eram nossos pais que enviavam esses presentes horas antes para a escola. Embora eu descobrisse isso mais tarde, era impossível acabar com a magia. 

Bem, depois que entrei no ensino fundamental, muitas mudanças aconteceram. Ah, e eu tinha um ábaco! Era azul, eu me lembro bem. Eram apenas três professoras, uma para matemática, outra português e por fim uma de ciências. Aquela escola também me traz boas lembranças. Me lembro que toda sexta feira, quando chegávamos na ultima aula, o cheiro de lenha invadia a sala dando indícios de que a pizzaria ao lado já estava funcionando. Eu usava mochila de rodinhas, uma da Barbie toda rosa, era meu xodó. E ainda me lembro daquela turminha de seis ou sete meninos e meninas, da qual eu fazia, e ainda faço parte. Já são onze anos, sei que não é pouca coisa, e foi um drama ter que me separar deles.

Por fim depois de alguns trancos e barrancos, chegamos ao desastroso ensino médio.
Ninguém sabia o que esperar, todos achavam que seria uma fase boa, seriamos uma das turmas mais velhas da escola, isso seria, ual, incrível! Eu ainda era nova na escola, mas aquele lugar tinha algo especial também, era tão aconchegante. O primeiro ano foi um pouco estranho, eu me desentendia com um menino folgado que era novo, mas felizmente ele não continuou conosco no ano seguinte. Passarmos por todas as crises que um bom aluno tem que passar. E três anos voaram, um mais rápido que o outro, e quando percebo, estou no terceiro ano do ensino médio, nem um pouco preparada para abandonar todo esse universo.

Agora, o ano está chegando silenciosamente ao fim e mal posso esperar pela formatura - adoro isso de usar becas, e aqueles chapeuzinhos maneiros com uma cordinha pendurada -, mas uma mistura de sentimentos controversos me invadem como uma onda, e não sei se fico aliviada ou triste, porque não tem coisa mais entristecedora nesse momento do que pensar que tudo isso está prestes a acabar. 
Mas feliz ou infelizmente nossa brincadeira de ser adultos está por um fio de começar, e uma enxurrada está por vir, já posso sentir a água batendo no meu calcanhar, é a  vida que segue. 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Nó Impertinente



Nunca em toda a minha história, eu havia derramado uma lágrima sobre o linóleo. Claro, que demasiadas vezes eu ficara frustrada com o rendimento baixo de uma aula ou coisa do tipo. Mas nunca nesse ponto.
Por conta de um equívoco em uma contagem de tempos na sequência, durante alguns longos 60 segundos corridos eu fiquei alí, sendo humilhada. Como é que um fato tão ligeiro, e breve pode nos aborrecer, entristecer por tanto tempo?  Não sei descrever o que senti na hora, eu tinha vontade de me defender e explicar o motivo do meu erro, mas um impertinente nó em minha garganta se formava com tal força, que não se comparava a minha fala, ao mesmo tempo eu tinha vontade de sair pela porta sem olhar para trás, eu só queria chorar. 
Por alguns instantes eu pestanejei, não acreditava que estava presa à aquela situação, sabe, por um motivo tão banal, um alvoroço como tal.
Não consegui me defender, não consegui me explicar, fui simplesmente descriminada e ofendida, taxada de "sem respeito", porém em momento algum fui desrespeitosa. Eu simplesmente enguli o choro, limpei as lágrimas que hesitaram em cair no linóleo escuro e tentei me recompor. Os 30 minutos que restavam para o fim daquela aula, foram os 30 minutos mais longos de todo o meu verão.

domingo, 10 de novembro de 2013

Um Novo Começo


Você não entrou no blog errado hahahah, este é o antigo Rincón de La Victoria que está renascendo hehe. Hoje dia 10 de novembro, meus caros amigos trago uma novidade quentinha procês! Bem, o blog está recebendo uma nova cara e eu dou um saudoso adeus ao antigo nome "Rincón de La Victoria" e digo um olá bem caloroso ao novo que será/é "Le Ballerine" -lê balerrin- hehehe. Alguém aí deve estar pensando que eu sou uma louca ou maníaca por nomes em outros idiomas hahaha, mas não gente, é que por mais que eu pensasse em um novo nome, sempre me vinha "bailarina" na cabeça, então logo pensei, se quase tudo no ballet é em francês, por que não o nome do meu blog? E sendo assim com açúcar, tempero, e tudo que há de bom, renasce o meu blógui! Tcharannmn!

O layout foi todo reformulado, e tudo está com outra cara e outro ar, e além da aparência, mais mudanças como nos tópicos e assuntos, seguindo os toques da minha amiga blogayra Mariana Godoy do Diário Ciumento, tudo agora vai ter um toque mais avictoriado sabe? Hahaha. Bom, espero que gostem do novo blog e por favor, deixem um comentário! (: